Tag: Amor
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Clint Smith – Para os dias mais difíceis

“For The Hardest Days” um poema de Clint Smith que não apenas celebra a beleza e a constância da natureza, mas também oferece uma reflexão profunda sobre como podemos encontrar consolo e renovação espiritual ao reconhecer nossa conexão com ela.
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Franz Wright – Caminhada Noturna

“Caminhada Noturna”, um poema de Franz Wright sobre a busca solitária e desesperançada por conexão e renovação na imensidão silenciosa da noite.
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Edward Hirsh – Como será a última noite

“Como será a última noite”, um poema de Edward Hirsh sobre a solidão íntima e a contemplação resignada diante da vastidão da noite e do infinito.
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Nuno Júdice – Epidemia

Passa de um para o outro através do olhar, de uma palavra,de um toque de mãos; por vezes, basta um leve suspiropara adivinhar a febre, e atrás dele descobre-se quenão é preciso cura nem tratamento. Instala-se na cabeça,no corpo, na boca, nos dedos, sem dor nem cansaço,apenas aquela ânsia a que se dá o nome…
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José Miguel Silva – Tudo coisas mortais para a poesia

A casa, o lume, o sono dobradodo corpo feliz, a cesta de figos,a curva do rio, a fotografiano cimo do monte, a veracidadedas glicínias, o rosto da mãe,a fava no bolo, o trunfo de copas,o filme da tarde, a música nova,o rasto da chuva por entre os pinheiros,as aves que voltam, os dias que passamperto…
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Christopher Wiseman – Maneiras à Beira da Cama

“Maneiras à Beira da Cama”, um poema de Christopher Wiseman sobre as sutilezas do amor e da compaixão diante do inevitável.
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Dorianne Laux – Antilamentação

“Antilamentação”, um poema de Dorianne Laux: não se arrependa de nada.
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Ellen Bass – Indo para a cama em uma noite de dezembro

“Indo para a cama em uma noite de dezembro”, um poema de Ellen Bass em que a intimidade de um gesto cotidiano revela a profundidade do amor e a eternidade dos vínculos, como páginas de uma memória que o tempo não apaga.
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May Swenson – Indagações

“Indagações”, um poema de May Swenson que explora as profundas inquietações que surgem diante da perda, questionando a própria essência do ser e o que permanece quando os laços que sustentam a vida se rompem.
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Mary Oliver – Gansos selvagens

“Gansos Selvagens”, um poema de Mary Oliver que convida o leitor a aceitar sua própria natureza e a encontrar conforto e pertencimento no mundo natural, sem a necessidade de perfeição ou arrependimento excessivo.