Tag: Amor
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Carlos Montemayor – Memória

*”Memória”*, um poema de Carlos Montemayor sobre a quietude das coisas simples, a contemplação do tempo e o profundo silêncio que habita as lembranças da infância…
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Lope de Vega – Desmaiar, ousar, ficar furioso

“Desmaiar, ousar, ficar furioso”, um poema de Lope de Vega que explora as intensas contradições e os extremos apaixonados do amor, revelando seus paradoxos e mistérios com uma profundidade arrebatadora.
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José Infante – A ausência

“A Ausência” de José Infante retrata a persistência dos amantes ausentes em memórias dolorosas e a presença constante da solidão, mesmo na lembrança de momentos passados.
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Joan Margarit – Água-forte

“Água-forte”, um poema de Joan Margarit que explora a fragilidade das relações humanas e a luta contra as adversidades, onde uma tempestade se torna o cenário de um exame profundo da vida e do amor.
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Les Murray – O Significado da Existência

Todas as coisas, exceto a linguagem,conhecem o significado da existência.Árvores, planetas, rios, temponão têm outra consciência. Expressam-nomomento a momento, como o universo. Mesmo este corpo toloo vivencia em parte e teriadignidade plena nele,não fosse a liberdade ignorantede minha mente falante. Trad.: Nelson Santander Mais do que uma leitura, uma experiência. Clique, compre e contribua para…
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Kim Addonizio – Comendo juntas

Sei que minha amiga está partindo,embora ela ainda esteja sentadaà minha frente no restaurantee se incline sobre a mesa para mergulharseu pão no azeite do meu prato; seicomo o cabelo dela costumava ser espesso,e o que custa para ela deixar de ladoseu boné masculino no meio da refeição,olhar diretamente para o jovem garçome sorrir quando…
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Franny Choi – Pós-morte

Para responder à sua pergunta, sim, me vejo querendo cada vez menos transar com o rapaz morto que foi meu antes de não ser mais nada. Ele é nove anos mais novo do que eu agora – um garoto que ainda fuma baseados em seu dormitório; o que quero dizer é que ele não faz…
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Antonio Colinas – Envio

“Envio”, um poema de Antonio Colinas sobre o delicado ato de reviver memórias e o efêmero brilho das experiências passadas.
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Joseph Stroud – Perdido

“Perdido”, um poema de Joseph Stroud sobre a jornada solitária de um indivíduo na vastidão indiferente da natureza e dentro de seu próprio mundo interior, onde busca desesperadamente conexão e identidade.
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Luis Alberto de Cuenca – O Sagrado

“O Sagrado”, um poema de Luis Alberto de Cuenca sobre a beleza autêntica e desnuda que revela a essência pura e irresistível da mulher.