Categoria: Poesia em Língua Portuguesa
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Adelaide Ivánova – sobre uma foto no huffington post, em 01 de novembro de 2015

“Sobre uma foto no Huffington Post, em 01 de novembro de 2015”, um poema de Adelaide Ivanova que confronta a violência extrema contra mulheres com os limites da linguagem, da arte e da ação política.
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Manuel António Pina – Extrema-unção

Um poema tocante sobre a inevitabilidade da morte e a preparação para a despedida. O autor expressa a pressa e o cansaço do protagonista, em contraste com as tarefas práticas e cerimônias que antecedem o fim. A obra convida à reflexão sobre a vida e a morte.
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Carlos Drummond de Andrade – Convívio

Cada dia que passa incorporo mais esta verdade, de que eles não vivem senão em nóse por isso vivem tão pouco: tão intervalo; tão débil.Fora de nós é o que deixaram de viver, para o que se chama tempo.E essa eternidade negativa não nos desola.Pouco e mal que eles vivam, dentro de nós, é vida…
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Ferreira Gullar – Notícia da Morte de Alberto da Silva

“Notícia da Morte de Alberto da Silva”, de Ferreira Gullar: uma visão crítica da existência.
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Mario Quintana – Poema da gare de Astapovo

Leão Tolstoi, aos oitenta anos, foge de casa e morre solitário em uma estação de trem. Seu último pensamento: a glória é apenas um chocalho colorido nas mãos trêmulas de um idoso. Leia “Poema da gare de Astapovo”, de Mario Quintana
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Manuel António Pina – Quinquagésimo ano

“Quinquagésimo ano”, de Manuel António PIna: são muitos dias que passam, e o tempo avança sem pressa. A vida e a literatura se entrelaçam, tornando-se uma só. Restam memórias e livros, mas a busca por sentido continua.
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Vasco Gato – Repara nos velhos

Repara nos velhos.Dementes, doridos, restos de casas.Vivem agora a leprade todos nós.Não lhes chegamos.Tresandam.Esquecem.Apoderam-se do nada.E nós, capitosos,brindamos com o vinhoque também elessorveram,desdenhando a morteque, amarga comoa nossa indiferença,haveremosde provar. REPUBLICAÇÃO: poema publicado na página originalmente em 16/07/2019 Mais do que uma leitura, uma experiência. Clique, compre e contribua para manter a poesia viva em…
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Ferreira Gullar – Pela rua

Sem qualquer esperançadetenho-me diante de uma vitrina de bolsasna Avenida Nossa Senhora de Copacabana, domingo,enquanto o crepúsculo se desata sobre o bairro.Sem qualquer esperançate espero.Na multidão que vai e vementra e sai dos bares e cinemassurge teu rosto e somenum vislumbre e o coração dispara.Te vejo no restaurantena fila do cinema, de azuldiriges um automóvel, a…
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José Paulo Paes – Borboleta

Mal saíra do casulopara mostrar ao solo esplendor de suas asasum pé distraído a pisou. (A visão de belezadura um só instanteinesquecível.) REPUBLICAÇÃO: poema publicado na página originalmente em 12/07/2019 Mais do que uma leitura, uma experiência. Clique, compre e contribua para manter a poesia viva em nosso blog
