Categoria: Poesia em Língua Inglesa
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Louise Bogan – Canção

“Canção”, um poema de Louise Bogan em que a voz poética suplica por um amor que encare sua dor e imperfeição.
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Seamus Heaney – Uma ligação

“Uma Ligação”, um poema de Seamus Heaney sobre os pequenos gestos cotidianos que, inesperadamente, revelam a profundidade das conexões humanas e a inevitabilidade do tempo.
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Seamus Heaney – Recesso escolar

“Recesso Escolar”, um poema de Seamus Heaney que captura com delicadeza e intensidade o impacto de um evento devastador na vida de um jovem, explorando o luto familiar através de uma narrativa íntima e comovente.
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Gerard Fanning – Ala St Charles

“Ala St Charles”, um poema de Gerard Fanning que mergulha na melancolia de um ambiente hospitalar, entrelaçando o cotidiano e o histórico em uma atmosfera onírica de fragilidade e transformação.
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Gwendolyn MacEwen – Fogos de artifício

“Fogos de Artifício”, um poema de Gwendolyn MacEwen que celebra a memória de uma amiga escritora através da metáfora de um jardim transplantado e da imagem explosiva e transformadora dos fogos no céu noturno.
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Samuel Yellen – Como em uma marca d’água

“Como em uma Marca D’água”, um poema de Samuel Yellen sobre a arqueologia do cotidiano, onde camadas do tempo revelam e ocultam fragmentos de vidas passadas, como hieróglifos sob a superfície do presente.
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Alison C. Rollins – A Biblioteca de Babel

Leia “A Biblioteca de Babel”, de Alison C. Rollins, um poema inspirado em Borges sobre linguagem, imaginação e o poder transformador da leitura.
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Jules Supervielle – A ponta da chama

“A Ponta da Chama,” um poema de Jules Supervielle em que a busca pela prova da própria existência se desenha no gesto de tocar a luz, enquanto a morte traz um silêncio que resguarda esse mistério.
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Natasha Trethewey – Teorias sobre o tempo e o espaço

“Teorias sobre o tempo e o espaço,” um poema de Natasha Trethewey em que a jornada por paisagens familiares e esquecidas revela memórias soterradas, ecos de identidade e o peso silencioso da passagem do tempo.
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Linda Gregg – Uma sede contrária

“Uma Sede Contrária”, um poema de Linda Gregg sobre a luta íntima entre a ordem e a ruína, onde a beleza floresce apenas para ser entregue ao tempo, e até Deus parece habitar no frio desolado das ruas abandonadas.