Categoria: Poesia em Língua Inglesa
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William Stafford – Como é

“Como é”, um poema de William Stafford sobre a constância em meio à mudança – uma reflexão sobre aquilo que, mesmo invisível aos outros, nos mantém no caminho.
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Jack Gilbert – Infidelidade

O poema examina a infidelidade menos como episódio moral do que como tensão entre desejo, lealdade e memória. Na convivência amorosa, a atração por outra vida revela fissuras, escolhas e consequências que não se deixam simplificar.
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Jack Gilbert – Não a felicidade, mas a consequência da felicidade

Jack Gilbert desloca a atenção da felicidade para o que ela deixa depois de vivida. O poema observa marcas, perdas e mudanças produzidas por uma alegria real, recusando tanto a celebração fácil quanto o desespero absoluto.
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Jack Gilbert – De pouco em pouco: da meia-noite às quatro da manhã

Durante as horas entre a meia-noite e a madrugada, a consciência acompanha pequenas mudanças que aproximam vida, tempo e morte. O poema transforma a vigília num movimento gradual, atento ao desaparecimento e à continuidade.
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Saskia Hamilton – 1944

“1944”, um poema de Saskia Hamilton em que gestos de cuidado e resistência emergem em meio à devastação da guerra, revelando a força humana diante do caos.
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Peter Davidson – Castelos de Setembro

“Castelos de Setembro”, um poema de Peter Davidson em que a chegada do outono evoca reflexões sobre a transitoriedade, a solidão e a memória, entrelaçando paisagens íntimas e culturais em um diálogo com o tempo e a poesia.
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Louis MacNeice – Déjà Vu

“Déjà Vu”, um poema de Louis MacNeice em que o tempo dobra sobre si mesmo enquanto uma mulher contempla o eterno num instante.
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Tadeusz Różewicz – Epístola Apócrifa

“Epístola Apócrifa”, um poema de Tadeusz Różewicz em que Jesus confessa à sua mãe as frustrações de sua missão divina entre os homens.
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Adam Zagajewski – O velho pintor em uma caminhada

“O Velho Pintor em uma Caminhada”, um poema de Adam Zagajewski que reflete sobre as limitações da arte e da percepção diante da vastidão e do mistério do mundo em constante transformação.
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Philip Larkin – Este Seja o Poema

Teu pai e mãe fodem contigo.Que não o queiram, tanto faz.Passam-te cada podre antigo,além de uns novos, especiais. Mas de cartola e fraque, outrora,fodera-os já do mesmo modo,gente ora austero-piegas, orase engalfinhando cega de ódio. Miséria é o que legamos: fossasnum mar que só fica mais fundo.Dá o fora, pois, tão logo possassem pôr nenhum…