Categoria: Poema
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Wislawa Szymborska – Fotografia de 11 de setembro

“Fotografia de 11 de setembro”, um poema de Wislawa Szymborska sobre o impacto visual e emocional de um momento trágico, capturado em uma única imagem.
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Paulo Henriques Britto – O aqualouco

“O aqualouco”, um poema de Paulo Henriques Britto que explora o deslumbramento e o desespero diante da imersão na realidade.
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Franny Choi – Pós-morte

Para responder à sua pergunta, sim, me vejo querendo cada vez menos transar com o rapaz morto que foi meu antes de não ser mais nada. Ele é nove anos mais novo do que eu agora – um garoto que ainda fuma baseados em seu dormitório; o que quero dizer é que ele não faz…
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Wislawa Szymborska – Autotomia

“Autotomia”, um poema de Wislawa Szymborska sobre a divisão interna e o equilíbrio entre a sobrevivência e a transformação, refletindo a luta entre o ser e o tornar-se.
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Rosemerry Wahtola Trommer – Observando minha amiga fingir que seu coração não está partido

“Observando minha amiga fingir que seu coração não está partido”, um poema de Rosemerry Wahtola Trommer que compara a densidade da dor emocional ao peso de uma estrela de nêutrons, refletindo sobre o sofrimento invisível e a necessidade de tratar uns aos outros com profunda ternura.
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Roger Wolfe – O Copo

Senta-teà mesa.Bebe de um copod’água. Saboreiacada trago.E lembratodo o tempoque perdeste.O tempo que estás perdendo.O tempoque ainda tens para perder. Trad.: Nelson Santander Mais do que uma leitura, uma experiência. Clique, compre e contribua para manter a poesia viva em nosso blog El vaso Siéntatea la mesa.Bebe un vasode agua. Saboreacada trago.Y piensaen todo el…
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Edward Thomas – Adlestrop

Sim, lembro-me bem de Adlestrop —Do nome, porque num certo diaDe calor o trem ali parouDo nada. Junho se consumia. O trem sibilou. Alguém tossiu.Ninguém saiu daquela estaçãoNem ali entrou. O que vi foiAdlestrop — a denominação, E salgueiros, epilóbios, grama,E erva-ulmeira, seca forragem,Não menos calmos e solitáriosDo que as nuvens altas na paisagem. E…
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Adam Zagajewski – Véspera de Ano Novo, 2004

Estás em casa ouvindogravações de Billie Holiday,que canta sonolenta e melancolicamente.Contas as horas que aindafaltam para a meia-noite.Por que os mortos cantam em pazenquanto os vivos não conseguem se libertar do medo? Trad.: Nelson Santander, a partir da versão do poema em inglês traduzido por Clare Cavanagh Mais do que uma leitura, uma experiência. Clique,…
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Antonio Colinas – Envio

“Envio”, um poema de Antonio Colinas sobre o delicado ato de reviver memórias e o efêmero brilho das experiências passadas.
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Fatimah Asghar – Partição

você é caxemire1 até que queimem sua casa. tomem seus pomares. finquem outra bandeira. até que ninguém se lembre da estrada que leva você de volta. você é indiana até que tracem uma fronteira pelo punjab. até que os capitães britânicos cuspam paki2 enquanto bebem seu chai e adicionem tanta espuma que você não consiga sentir…