Categoria: Nelson Santander – Traduções
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Helen Dunmore – O caule da minha vida foi cortado

“O caule da minha vida foi cortado”, de Helen Dunmore: uma delicada e poderosa reflexão sobre a vida e a morte, narrada a partir de uma perspectiva que associa a vida humana à de uma flor. Um poema sobre aproveitar a beleza no agora, sobre a aceitação da morte como parte natural da vida, e…
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Miller Williams – Poema de amor com torrada

“Poema de amor com torrada”, um poema de Miller Williams que reflete sobre os gestos cotidianos e os desejos humanos — entre o querer que algo aconteça e o tentar evitar perdas — culminando na imagem de um casal que, diante da finitude, partilha o café da manhã como um ato silencioso de amor e…
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Sam Illingworth – Quando desapareceram os manguezais

“Quando desapareceram os manguezais”, de Sam Illingworth: um lamento poético pela perda de um ecossistema ancestral, onde memórias de uma paisagem exuberante ressurgem apenas para revelar os traços de um mundo agora sufocado e em silêncio.
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Mark Strand – Certa manhã

“Certa Manhã”, um poema de Mark Strand que captura um momento de profunda introspecção enquanto o narrador, à deriva em um barco, experimenta uma revelação silenciosa sobre a solidão e o que se esconde sob a superfície da existência.
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Louise Glück – Eros

“Eros,” um poema de Louise Glück que explora a delicada interseção entre amor e desapego, revelando um estado de plenitude emocional em meio à solidão e à contemplação.
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William Stafford – No monumento não-nacional ao longo da fronteira canadense

“No monumento não-nacional ao longo da fronteira canadense”, um poema de William Stafford
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John Murillo – Dolores, talvez

“Dolores, Talvez”, um poema de John Murillo que explora as sombras da memória em um verão californiano de 1983, onde lembranças difusas se cristalizam em um talismã feito de ossos e remorsos – uma história sobre o que permanece quando tudo o mais se desfaz ao vento.


