Categoria: Nelson Santander – Traduções
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Charles Simic — Shelley

“Shelley”, um poema de Charles Simic em que a descoberta da poesia se entrelaça a uma noite chuvosa em Nova York, criando um cenário de estranheza e epifania, onde a voz do poeta romântico ecoa entre ruas desertas, figuras enigmáticas e vislumbres de um mundo à beira do delírio.
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Ben Rhys Palmer – Eden, o robô jardineiro

“Eden, o robô jardineiro”, um poema de Ben Rhys Palmer que explora a delicada fronteira entre programação e autonomia, revelando, através do olhar mecânico de um robô, a beleza inesperada da transformação e a melancolia da imperfeição na natureza.
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Tony Connor – Na Alameda dos Carvalhos

“Na Alameda dos Carvalhos”, um poema de Tony Connor sobre a solidão implacável da velhice, onde o passado e o presente se entrelaçam em noites silenciosas, permeadas por lembranças de dor, perda e um mundo que segue indiferente.
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Mary Ruefle – Meu amigo moribundo

“Meu Amigo Moribundo”, um poema de Mary Ruefle sobre a delicada fronteira entre início e fim, identidade e anonimato, revelando uma perspectiva melancólica e inesperada sobre o ciclo da vida.
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Francis Ledwidge – A um pardal

“A um pardal”, um poema de Francis Ledwidge em que o autor encontra beleza e dignidade na simplicidade despretensiosa de uma das aves mais comuns de nossas cidades.
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Edward Thomas – Foi-se embora, uma vez mais

“Foi-se embora, uma vez mais”, um poema de Edward Thomas que reflete sobre a inexorável passagem do tempo e memórias de juventude, tendo como pano de fundo uma antiga casa abandonada que, como o próprio narrador, carrega as marcas silenciosas de dias que não voltam mais.
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Grey Gowrie – Terceiro Dia

“Terceiro Dia”, um poema de Grey Gowrie em que a identidade se dissolve entre tubos e pranchetas, enquanto o tempo suspenso aguarda — não a morte, mas um limiar entre existência e renascimento, onde até o ar é uma promessa roubada.
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Gwendolyn MacEwen – A Descoberta

“A Descoberta”, um poema de Gwendolyn MacEwen que desafia a ilusão do conhecimento total, sugerindo que, mesmo diante do que parece revelado, há sempre camadas ocultas à espera de um novo olhar.
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Joyce Sutphen – Meu pai, morrendo

“Meu pai, morrendo”, um poema de Joyce Sutphen que transforma o fim da vida em uma paisagem distante, onde o familiar se torna inalcançável e o tempo se alonga em silêncio.
