Categoria: Nelson Santander – Traduções
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W. S. Merwin – Janeiro

“Janeiro”, um poema de W. S. Merwin que revela a poeira das estrelas em nossa carne, lembrando que somos frágeis lampejos do infinito olhando o infinito após a chuva.
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Wendy Cope – 30 de dezembro

“30 de Dezembro”, um poema de Wendy Cope que transforma o rescaldo da desordem natalina em uma revelação de silêncio e luz, onde o instante banal se abre como promessa de renascimento.
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Mary Oliver – Devíamos estar preparados

“Devíamos Estar Preparados”, um poema de Mary Oliver sobre os sinais sutis da perda e a beleza melancólica das despedidas inevitáveis que a natureza nos ensina, sem alarde.
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Dan Pagis – Escrito a lápis no vagão lacrado

“Escrito a lápis no vagão lacrado”, um poema de Dan Pagis em que Eva deixa uma mensagem inacabada para Caim, entrelaçando o fratricídio bíblico com o horror do Holocausto.
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Bob Hicok – Experiência não mediada

“Experiência Não Mediada”, um poema de Bob Hicok que explora, com ternura e ironia, os limites entre presença e ausência, revelando o absurdo delicado das esperanças humanas diante do inevitável.
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Stanley Plumly – Jesus chorou

“Jesus Chorou”, um poema de Stanley Plumly que, partindo da mais breve das frases bíblicas, mergulha numa meditação íntima sobre a morte, a ausência e o estranho peso de continuar entre os vivos.
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Stanley Plumly – Lázaro ao amanhecer

“Lázaro ao Amanhecer”, um poema de Stanley Plumly que mergulha nas fronteiras entre a morte e o despertar, evocando com lirismo sombrio o silêncio, a ausência e o indizível que pairam no limiar da existência.
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Garous Abdolmalekian – Molde

“Molde”, um poema de Garous Abdolmalekian em que a delicadeza de um gesto cotidiano revela, em silêncio, uma fidelidade mais profunda do que qualquer patriotismo.
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Hayan Charara — Mais velho

“Mais velho”, um poema de Hayan Charara em que o tempo se desdobra em camadas sutis — da terra à infância, de um gato à lua — até alcançar, silenciosamente, a dor de uma ausência que persiste.
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Kathy Fagan – Minha mãe

“Minha Mãe”, um poema de Kathy Fagan que fala sobre as sutis e inesperadas formas de presença que persistem mesmo na ausência, deixando pistas delicadas de uma conexão que o tempo e a morte não desfazem.