Mês: fevereiro 2025
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Linda Pastan – Fim da jornada

“Fim da Jornada”, um poema de Linda Pastan que confronta o leitor com a realidade da mortalidade humana e convida à reflexão sobre como vivemos nossas vidas e como enfrentamos o inevitável.
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Linda Pastan – Imortalidade

“Imortalidade”, um poema de Linda Pastan que explora a complexidade das relações familiares e como elas moldam nossas memórias e, consequentemente, nossa própria concepção de imortalidade.
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Nelson Santander – Apresentando Linda Pastan

“Apresentando Linda Pastan”, uma introdução à coletânea de poemas da autora americana que serão publicados nos próximos dois meses.
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Laura Foley – A transformação

“A Transformação”, um poema de Laura Foley sobre a evolução emocional e os desafios que moldam um relacionamento íntimo ao longo do tempo.
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Attila József – Dói demais

A morte atentade dentro e fora te afugenta(ratinho oculto com receio) e, enquanto arderes,vais procurar junto às mulheresrefúgio em braço, joelho e seio. Mais que o calordo colo afável, mais que o ardor,precisar muito é que te apressa; assim, quem querque possa abraça uma mulheraté que a boca empalideça. Fardo supremoé ter que amar, mas…
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Dorianne Laux – A Fada dos Dentes

“A Fada dos Dentes”, um poema de Dorianne Laux sobre a magia fugaz da infância e a realidade dolorosa da vida adulta.
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Mary Oliver – O dia de verão

Quem fez o mundo?Quem fez o cisne e o urso-negro?Quem fez o gafanhoto?Digo, este gafanhoto –aquele que se lançou para fora da grama,aquele que come açúcar na minha mão,que move as mandíbulas para frente e para trás, não de cima para baixo –que olha ao redor com seus olhos enormes e complexos.Agora ele ergue os…
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Clint Smith – Para os dias mais difíceis

“For The Hardest Days” um poema de Clint Smith que não apenas celebra a beleza e a constância da natureza, mas também oferece uma reflexão profunda sobre como podemos encontrar consolo e renovação espiritual ao reconhecer nossa conexão com ela.
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Raúl Ferruz – Com os olhos bem abertos

Quando meu avô sorria depois de cada gole de água,isso significava. Não sabes o que é beber o próprio mijo.Quando desenhava uma parábola no ar que só ele via,isso significava. Fogo cruzado.Quando tapava o rosto para que não o víssemos chorar,isso significava. Os alemães nos infligiram horrores.Quando fechava a porta do banheiro para que não…
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W. H. Auden – À memória de W. B. Yeats

“À memória de W. B. Yeats”, um poema de W. H. Auden que, mais do que uma homenagem a Yeats, explora a influência duradoura da poesia na humanidade e a relação complexa entre a arte e a mortalidade.