Tag: Tempus Fugit
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Linda Pastan – Conversa Imaginária

“Conversa Imaginária” um poema de Linda Pastan que desafia o leitor a reconsiderar sua perspectiva sobre a vida cotidiana.
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Linda Pastan – Ética

“Ética”, um poema de Linda Pastan que explora dilemas morais através das lentes da vida, arte e responsabilidade, revelando as conexões ocultas entre escolhas pessoais e universais.
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Franz Wright – Caminhada Noturna

“Caminhada Noturna”, um poema de Franz Wright sobre a busca solitária e desesperançada por conexão e renovação na imensidão silenciosa da noite.
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James Elroy Flecker – A um poeta daqui a mil anos

Eu, que há mil anos concluí meu percurso,E escrevi esta doce e arcaica canção,Por arautos te envio este discursoPor estradas que meus pés não trilharão. Não me importa se os mares tu transpões,Ou se galgas em segurança um céu mau,Se eriges exímias fortificaçõesFeitas de alvenaria ou de metal. Mas ainda tens canções e o hidromel,E…
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William Carlos Williams – Nevasca

Neve:anos de fúria seguindohoras que flutuam indolentes —a nevascadeposita seu fardocada vez mais fundo por três diasou sessenta anos, não? Entãoo sol! um tumulto deflocos amarelos e azuis —Árvores de aparência hirsuta destacam-seem longas alamedassobre uma selvagem solidão.O homem se vira e lá —seu solitário rastro estendendo-sesobre o mundo. Trad.: Nelson Santander REPUBLICAÇÃO: poema originalmente…
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Donald Justice – Ponto de Ônibus

“Ponto de ônibus”, um poema de Donald Justice sobre a efêmera beleza das vidas que se entrelaçam em um cenário noturno de solidão.
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Alex Dimitrov – Tempo

Leia “Tempo”, de Alex Dimitrov, um poema breve e intenso sobre envelhecimento, espera e a inevitável transformação da vida.
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Mary Oliver – A jornada

*”A Jornada”*, um poema de Mary Oliver sobre o momento transformador em que alguém encontra a coragem para seguir sua própria voz, mesmo em meio às pressões e desafios ao redor.
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Nicanor Parra – Último brinde

“Último Brinde”, um poema de Nicanor Parra que reflete sobre as opções limitadas da vida, explorando a transitoriedade do tempo e a inevitabilidade da morte, convida o leitor a um brinde melancólico ao que nunca chega.
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Joan Margarit – No museu

Agacha-se junto ao menino e aponta para o quadro.Com um gesto solene, comprime o punhoe tenta explicar a força queacredita ver na pintura.Esta velha obsessão de transmitiraos pequenos nossos pobres recursos.Atento, o menino observa com temor.Talvez pressinta a solidão que se ocultanos gestos, na retórica da arte.Temos sempre a verdade diante de nós,mas, assim como…