Tag: Tempus Fugit
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Sharon Olds – O irmão dela

“O irmão dela”, um poema de Sharon Olds que explora temas de memória, perda, culpa e conexões humanas íntimas e não realizadas, utilizando uma voz poética envolta em lembranças, reflexões e desejos não concretizados.
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Sharon Olds – Transformações

“Transformações”, de Sharon Olds, uma reflexão profunda sobre a perda, a morte, a culpa e a transformação da infância para uma consciência mais madura do sofrimento e das complexidades emocionais.
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Konstantinos Kaváfis – Um velho

No meio do café ruidoso, sem ninguém,por companhia, está sentado um velho. Temà frente um jornal e se inclina sobre a mesa. Imerso na velhice aviltada e sombria,pensa quão pouco desfrutou as alegriasdos anos de vigor, eloqüência, beleza. Sabe que envelheceu bastante. Vê, conhece.No entanto, o seu tempo de moço lhe pareceser ainda ontem: faz…
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A. R. Ammons – Mundo

“Mundo”, de A. R. Ammons: uma meditação sobre a fragilidade e a resiliência da vida em um ambiente microcósmico e sua interconexão com outros ecossistemas.
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Robinson Jeffers – Ondas de novembro

“Ondas de Novembro”, um poema de Robinson Jeffers que celebra o poder purificador e renovador da natureza, e expressa uma visão da humanidade como uma espécie cujo impacto sobre o planeta é frequentemente negativo.
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Louise Bogan – Noite

“Noite”, um poema de Louise Bogan que explora a vastidão e o mistério das forças naturais, evocando imagens de paisagens remotas e reflexões profundas sobre o que se move silenciosamente além da percepção humana.
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Lang Leav – Uma pequena consolação

“Uma pequena consolação”, um poema de Lang Leav que captura um momento de reflexão melancólica e resignação após o término de um relacionamento.
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Joan Margarit – Último trem

Último tremCrematório de Collserola Se visses a chuva que envernizao verde escuro e espesso do jardim.Teu vagão solitário está chegandoà sala espaçosa, sem adornos,mobiliário, ou luminárias,da Estación de Francia da morte.Só se escuta o murmúrio do motorque arrasta o pesoda infância e da juventude– de teu anônimo tempo, já perdido,que nunca mais será reclamado –,rumo…
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Linda Pastan – Narciso aos 60

“Narciso aos 60”, um poema de Linda Pastan que explora a ironia da vaidade ao refletir sobre a transformação do próprio eu com o passar dos anos.
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Linda Pastan – Uma velha canção

“Uma velha canção”, um poema de Linda Pastan sobre os demônios da infância que permanecem conosco, temperando nossas vidas com amargura e desafios persistentes.