Tag: Carpe Diem
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Antonio Cícero – O Fim da Vida

Conheci da humana lida a sorte: o único fim da vida é a morte e não há, depois da morte, mais nada. Eis o que torna esta vida sagrada: ela é tudo e o resto, nada. Antonio Cícero 1946 🌟 2024
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Mary Oliver – Robert Schumann

Mal passa um dia sem que eu pense neleno hospício: mais jovem do que sou agora, trilhando a longa estradada loucura em direção à morte. Sua música explode pelo mundo todo, de um modo que ele nunca imaginou. E agora compreendoalgo tão assustador e maravilhoso – como a mente se apega ao caminho conhecido, precipitando-sepelos…
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Jules Laforgue – O silêncio azul

“O silêncio azul”, um poema de Jules Laforgue sobre a efemeridade da existência humana diante da imensidão do universo, onde a vida e suas criações se perdem no vasto silêncio do tempo e do espaço.
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Franny Choi – Pós-morte

Para responder à sua pergunta, sim, me vejo querendo cada vez menos transar com o rapaz morto que foi meu antes de não ser mais nada. Ele é nove anos mais novo do que eu agora – um garoto que ainda fuma baseados em seu dormitório; o que quero dizer é que ele não faz…
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José Paulo Paes – De malas prontas

“De malas prontas”, um poema de José Paulo Paes: uma reflexão íntima sobre o envelhecimento, onde o passado e o presente se entrelaçam, criando um sentimento intrigante e sereno sobre o porvir.
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Ferreira Gullar – Fim

“Fim”, um poema de Ferreira Gullar sobre os últimos momentos silenciosos de uma vida que se encerra inesperadamente.
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Laura Kasischke – A Palma

Vejo que você terá uma vida comum, talveztenha filhos, talvez se case comum homem amável, mas pouconotável. Aguarda-lheuma viagem simples(Cataratas do Niágara? Parque Yellowstone?). Embarquenela. Façaas escolhas que precise fazer: pintarde azul o banheiro de cima, mudar-separa o Wisconsin. Não importa.Mas aqui, aqui nesta linha, esta linhacomo uma cicatriz em sua mão — aquivejo algo…
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Ruy Belo – Missa de aniversário

“Missa de Aniversário”, de Ruy Belo, um poema que explora a persistência da ausência e a interação entre memória, natureza e transformação.
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Ferreira Gullar – Aqui e agora

“Aqui e Agora”, um poema de Ferreira Gullar que questiona o impacto do passado sobre o presente, revelando a persistência de memórias que assombram a vivacidade do presente.
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Anastasia Taylor-Lind – “Alcoólatras não sonham” não é uma metáfora

i. Alcoólatras não sonham não é uma metáfora Convido papai para o jantarjá que ele está morto pode aparecer a qualquer momento ele chega aos 36 quando se tornou meu paie com a idade que eu tinha quando ele morreu coloco pra tocar a mixtape da morte de papai que meu irmão fezpara a nossa…