Tag: Espiritualidade
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Mary Oliver – Prece

“Prece”, um poema de Mary Oliver em que o sagrado se revela na simplicidade do olhar.
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Carlos Drummond de Andrade – A Máquina do Mundo

E como eu palmilhasse vagamenteuma estrada de Minas, pedregosa,e no fecho da tarde um sino rouco se misturasse ao som de meus sapatosque era pausado e seco; e aves pairassemno céu de chumbo, e suas formas pretas lentamente se fossem diluindona escuridão maior, vinda dos montese de meu próprio ser desenganado, a máquina do mundo…
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Lisel Mueller – Monet recusa a cirurgia

*”Monet Recusa a Cirurgia”*, um poema de Lisel Mueller sobre a luta entre a clareza objetiva e a visão artística, onde a passagem do tempo transforma o mundo em um espaço de fusões e conexões invisíveis, reveladas apenas ao olhar de quem aprendeu a ver além da superfície.
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Lucille Clifton – o último dia

“o último dia”, um poema de Lucille Clifton sobre o peso de nossas escolhas coletivas e o olhar inescapável da própria consciência.
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Julia Hartwig – Tateando o caminho

“Tateando o caminho”, de Julia Hartwig: uma meditação sobre a beleza daquilo que não foi finalizado, que permanece em aberto e não totalmente revelado.
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Robert Bly – O velho cego

“O velho cego”, um poema de Robert Bly em que questionamentos sobre a vida, a natureza e a inevitabilidade da morte se entrelaçam em uma reflexão melancólica e poética, revelando a fragilidade da compreensão humana diante dos mistérios do existir.
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William Stafford – No monumento não-nacional ao longo da fronteira canadense

“No monumento não-nacional ao longo da fronteira canadense”, um poema de William Stafford
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Clint Smith – Acima da terra

“Acima da terra”, de Clint Smith: uma reflexão delicada e meditativa sobre o tempo, a vida e a mortalidade, ancorando-se na experiência efêmera das cigarras, que emergem ciclicamente da terra para viver brevemente na superfície.
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Linda Gregg – Sem saber as regras

“Sem saber as regras”, um poema de Linda Gregg que evoca uma contemplação silenciosa da natureza, enquanto a narradora reflete sobre beleza, mortalidade e o enigma do desejo, tudo envolto em uma atmosfera de luz e silêncio.
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Meghan O’Rourke – Autorretrato equivocado como mãe de uma filha não concebida

Você não quer estar viva?Não posso dizer que não entendo — Trazer algo ao mundo,uma criatura que será regida pelo conflito entre sua “vontade”e seus impulsos, o que a cerca, suas limitações… Escolhemos muitas coisas, mas não podemos dizer que escolhemos a existência.Minha existência não é minhacomo são minhas opiniões, minhas calças azuis de crepe,meu…