Categoria: Nelson Santander – Traduções
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Shari Wagner – A mulher do fazendeiro muda de canal

“A Mulher do Fazendeiro Muda de Canal”, um poema de Shari Wagner que contrapõe a simplicidade de uma fé vivida na natureza à artificialidade de um discurso televisivo, revelando, com ironia sutil, a diferença entre autenticidade e engano.
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Jo Balmer – Nada acontecerá

“Nada acontecerá”, um poema de Jo Balmer em que a poesia confronta a brutalidade da guerra, desarmando a vingança com a beleza e deixando no ar a questão de seu verdadeiro poder.
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Natalie Shapero – Primeiro de dezembro

“Primeiro de Dezembro”, um poema de Natalie Shapero em que a súplica ao divino se confunde com a denúncia do absurdo, onde a liturgia encontra o software e a morte é repartida como mercadoria rara.
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Tess Gallagher – Vão

“Vão”, um pequeno poema de Tess Gallagher que nos faz questionar a aparente dualidade da existência.
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Tom Hirons – Enquanto isso

“Enquanto isso”, um poema de Tom Hirons sobre a beleza efêmera da vida, os pequenos milagres do cotidiano e a resistência do amor contra a inevitabilidade do tempo.
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C. K. Williams – A Corsa

“A Corsa”, um poema de C.K. Williams sobre a fragilidade da dor, a inquietude da presença e a fugaz conexão com o sofrimento, capturada em um momento silencioso e intenso na natureza.
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Eavan Boland – Chegamos sempre tarde demais

“Chegamos sempre tarde demais”, um poema de Eavan Boland que explora a natureza fragmentada da memória e a dolorosa distância entre o que foi vivido e o que poderia ter sido, revelando a beleza e a melancolia das lembranças que nos escapam.
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Eavan Boland – Âmbar

“Âmbar”, um poema de Eavan Boland em que a memória e a ausência se entrelaçam, revelando como algo tão frágil quanto a resina pode capturar vestígios do passado e desafiá-lo a permanecer.
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Eavan Boland – Brasas

“Brasas”, um poema de Eavan Boland em que o entrelaçamento entre mito e intimidade revela segredos do tempo, do desejo e da memória, ardendo entre o que é dito e o que deve permanecer em silêncio.
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Lee Stockdale – O armazém geral do meu falecido pai no meio do deserto

“O armazém geral do meu falecido pai no meio do deserto”, um poema de Lee Stockdale que evoca um espaço entre mundos, onde memórias, alucinação e realidade se misturam em meio ao calor poeirento do deserto, enquanto um filho tenta compreender a presença e o silêncio de um pai que já partiu.