Categoria: Nelson Santander – Traduções
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Anna Kamieńska – Os que carregam

“Os que carregam”, um poema de Anna Kamieńska que revela o mistério da leveza concedida aos que sustentam o peso do mundo.
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Anna Kamieńska – Uma prece que será atendida

“Uma Prece que Será Atendida”, um poema de Anna Kamieńska sobre a aceitação do efêmero como condição da eternidade — um último desejo de desaparecer com humildade, deixando o mundo intacto, a beleza intacta, e a dor, por um instante, esquecida.
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Alan Dugan – Análise marxista do quinto trabalho de Hércules

“Análise marxista do quinto trabalho de Hércules”, um poema de Alan Dugan que revisita a mitologia como campo de tensão entre poder e subversão, onde a limpeza transcende o literal e se torna gesto simbólico de destruição e reinício.
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Carol Ann Duffy – Aliança

“Aliança”, um pequeno poema de Carol Ann Duffy em que a ausência se enrosca no tempo, e um círculo de metal torna-se símbolo do que persiste entre o que foi e o que ainda não é.
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Anthony Abbott – Luz do entardecer

“Luz do Entardecer”, um poema de Anthony Abbott em que a beleza fugidia do mundo visível se entrelaça, de súbito, com a dor irremediável da perda — como se cada cena guardasse um presságio não dito.
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Najwan Darwish – Fobia

“Fobia”, um poema de Najwan Darwish sobre a vertigem de existir entre o ser e o nada — e o exílio imposto àqueles que não se fixam em nenhuma forma.
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Sharon Olds – A linha

“A Linha”, um poema de Sharon Olds que sonda os contornos invisíveis da mortalidade, deixando entrever, no escuro, a fulguração do ser.
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Billy Collins – Casa vazia

“Casa Vazia”, um poema de Billy Collins em que o tempo suspende a perda e deixa, por um instante, que o olhar das coisas resista ao desaparecimento.
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Luis Alberto de Cuenca – O Retorno de Guilherme de Aquitania

“O Retorno de Guilherme de Aquitânia”, um poema de Luis Alberto de Cuenca que percorre os contornos do nada para revelar, no eco do silêncio, a essência invisível do poema.
