Mês: junho 2026
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Jorge Luis Borges – A um Poeta Menor da Antologia

“A um poeta menor da antologia”, um poema de Jorge Luis Borges que contrapõe anonimato e glória, sugerindo que o esquecimento pode ser uma forma de misericórdia, ao preservar o indivíduo da exposição implacável da fama e valorizando a experiência íntima acima da imortalidade pública.
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Zoe Higgins – Ode

“Ode”, um poema de Zoe Higgins que celebra o inacabado e transforma a falha diária em gesto de aceitação serena da vida como ela é.
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Jorge Luis Borges – Ewigkeit

“Ewigkeit”, um poema de Jorge Luis Borges que dialoga com a tradição do memento mori para, em contraste, negar o esquecimento absoluto e afirmar que a experiência vivida — a memória do mundo — persiste na eternidade.
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Roger Hecht – Soneto

“Soneto”, um poema de Roger Hecht que contrapõe o terror religioso à inocente inscrição das iniciais na árvore, sugerindo que a permanência humana resiste não no dogma, mas no gesto frágil de marcar o mundo.
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Denise Levertov – O Segredo

“O Segredo”, um poema de Denise Levertov que reflete sobre a natureza fugaz das revelações essenciais da vida, celebrando a capacidade de descobrir e redescobrir sentidos profundos mesmo quando eles se perdem na memória.
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Nick Flynn – Quinhentos anos

“Quinhentos Anos”, um poema de Nick Flynn que escuta o que permanece quando tudo já passou, onde o tempo comprime a presença até restar apenas uma forma silenciosa — não de quem fomos, mas do modo como deixamos de estar.
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Adília Lopes – A Propósito das Estrelas

“A propósito das estrelas”, um poema de Adília Lopes que explora de forma circular e delicada a fusão entre amor e fascínio, refletindo sobre como o interesse por uma pessoa e por algo externo — as estrelas — se entrelaçam de modo inseparável na memória e na experiência afetiva.
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Billy Collins – A arte de se afogar

“A arte de se afogar”, um poema de Billy Collins em que a morte dispensa revelações, o tempo falha em se organizar como narrativa e, no lugar de um sentido final, o mundo segue em frente, indiferente, exato, passando por nós como um peixe prateado na água.
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Walter de la Mare – Os que Ouviam

‘Tem alguém em casa?’ indagou o Viajante Defronte à porta enluarada; Seu cavalo no silêncio ruminava o capim Da forragem fértil e enfolhada: E uma ave voou para muito além da torre, Acima de sua cabeça: E de novo a porta ele outra vez castigou; ‘Tem alguém em casa?’ ele disse. Mas ninguém desceu para…
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Sara Teasdale – Sabedoria

“Sabedoria”, um poema de Sara Teasdale em que cada portão aberto guarda uma renúncia não pronunciada.