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Christopher Wiseman – Maneiras à Beira da Cama

“Maneiras à Beira da Cama”, um poema de Christopher Wiseman sobre as sutilezas do amor e da compaixão diante do inevitável.
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W. S. Merwin – A estrada

Parece grande demais para que apenas um homemCaminhe sobre ela Como se ela e o dia vazioFossem tudo o que existisse. E um cachorrinhoTrotando no compasso das ondas de calor, pertoDo horizonte, parecendo nunca avançar.O sol e todas as coisasEstão empoçados nos mesmos lugares, e a valaÉ sempre a mesma, repleta de todo tipo deOsso,…
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Mary Oliver – Quando a morte chegar

Quando a morte chegarcomo um urso faminto no outono;Quando a morte chegar e tirar todas as moedas brilhantes de sua bolsa para me comprar, e fechá-la com um estalo;quando a morte chegarcomo o sarampo-varíola quando a morte chegarcomo um iceberg entre as omoplatas, quero atravessar o portal cheia de curiosidade, perguntando:como será essa sombria cabana?…
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BIlly Collins – Sem tempo

“Sem tempo”, um poema de Billy Collins sobre o poder das relações familiares que transcendem a morte.
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Rainer Maria Rilke – A Morte da Amada

Da morte ele sabia quase nada:que nos toma e nos cala de repente.Como a amada não fora arrebatada,antes se desprendera docementedo seu olhar para a morada escura,e como percebeu que à outra vidacomo uma lua plena a formosurada visitante fora concedida,dos mortos se tornou tão familiarque os viu como parentes através dela;deixou os outros a…
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José Infante – Remorsos ao iniciar um novo ano

“Remorsos ao iniciar um novo ano”, um poema de José Infante sobre o peso do passado, a busca por redenção e a solidão no início de um novo ano.
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Alex Dimitrov – Tempo

Leia “Tempo”, de Alex Dimitrov, um poema breve e intenso sobre envelhecimento, espera e a inevitável transformação da vida.
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Retrospectiva 2024 – Nostalgia, Números e Novos Horizontes

A retrospectiva de 2024 reflete sobre memórias nostálgicas, o cansaço do presente e a persistência do blog, que, apesar dos desafios, continua a crescer com números animadores. Entre balanços pessoais e estatísticas, destaca-se a promessa de novas traduções, poemas inéditos e a continuidade do diálogo poético em 2025.
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Dorianne Laux – Antilamentação

“Antilamentação”, um poema de Dorianne Laux: não se arrependa de nada.
