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Sean Thomas Dougherty – O Segundo O do Sofrimento

“O Segundo O do Sofrimento”, um poema de Sean Thomas Dougherty sobre memória, perda e a persistência de seguir em frente, enquanto ecos do passado ressoam na paisagem e na alma.
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T. S. Eliot – Quatro Quartetos (Excertos): East Coker

Em meu princípio está meu fim. Uma após outrasAs casas se levantam e tombam, desmoronam, são ampliadas,Removidas, destruídas, restauradas, ou em seu lugarSurgem um campo aberto, uma usina ou um atalho.Velhas pedras para novas construções, velhas lenhas para novas chamas,Velhas chamas em cinzas convertidas, e cinzas sobre a terra semeada,Terra agora feita carne, pele e…
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Rosemerry Wahtola Trommer – Névoa

“Névoa”, um poema de Rosemerry Wahtola Trommer que explora a insignificância humana diante da vastidão da natureza, conduzindo a uma revelação silenciosa de amor e aceitação.
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T. S. Eliot – Quatro Quartetos (Excertos): Burnt Norton

I O tempo presente e o tempo passadoEstão ambos talvez presentes no tempo futuroE o tempo futuro contido no tempo passado.Se todo tempo é eternamente presenteTodo tempo é irredimível.O que poderia ter sido é uma abstraçãoQue permanece,…
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Ada Limón – Resgate

“Resgate”, um poema de Ada Limón sobre a beleza resiliente na dualidade entre destruição e renovação, e a íntima reconexão com aquilo que somos e perdemos.
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Ernest Dowson – Vitae Summa Brevis Spem Nos Vetat Incohare Longan

Vitae Summa Brevis Spem nos Vetat Incohare Longam A brevidade da vida impede que possamos acalentar longas esperanças – Horácio A alegria, o desejo, o pranto, o amorE a raiva duram pouco.Nada disso, que eu saiba, há de transporO umbral conosco. Poucos dias de rosas e de vinho:Surge num vago sonhoE logo se desfaz nosso…
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William Stafford – Como é

“Como é”, um poema de William Stafford sobre a constância em meio à mudança – uma reflexão sobre aquilo que, mesmo invisível aos outros, nos mantém no caminho.
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Janus Vitalis – Sobre Roma

Recém-chegado que, buscando Roma em Roma,não encontras, em Roma, Roma alguma,olha ao redor, muro e mais muro, pedras rotas,ruínas, que assustam, de um teatro imenso:é Roma isto que vês – cidade tão soberba,que ainda exala ameaças seu cadáver.Vencido o mundo, quis vencer-se e, se vencendo,para que nada mais seguisse invicto,jaz, na vencida Roma, Roma, a…
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Marisa Martinez Pérsico – Curriculum Vitae Resumido

“Curriculum vitae reduzido”, um poema de Marisa Martinez Pérsico que explora as perguntas rotineiras e as respostas que moldamos ao longo da vida, até revelar o mistério essencial que realmente desnuda a alma.
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Ferreira Gullar – Anoitecer em Outubro

A noite cai, chove manso lá fora meu gato dorme enrodilhado na cadeiraNum dia qualquer não existirá mais nenhum de nós doispara ouvir nesta salaa chuva que eventualmente caia sobre as calçadas da rua Duvivier REPUBLICAÇÃO: poema originalmente publicado na página em 23/02/2016