Categoria: Poema
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Raymond Carver – Luto

Acordei cedo esta manhã e da minha camaolhei para longe através do Estreito e vium pequeno barco movendo-se na água agitada,com uma única luz acesa. Lembrei-me de um amigo que costumava gritar o nome de sua falecida esposa do alto das colinasao redor da Perugia. Que colocava um pratopara ela em sua mesa simples muito…
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Louise Glück – Under Taurus

“Under Taurus”, um poema de Louise Glück que mergulha na complexidade dos desejos ocultos sob um céu noturno que revela tanto quanto oculta.
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Indrė Valantinaitė – Provavelmente serei uma velha magra

Provavelmente serei uma velha magra Rasgando seus beijos e seus medosEla acorda à noite Para se maravilhar com tudo que a substituiu. Paul Éluard Em 2055, provavelmente serei uma velha magra que ocupa pouco espaço nos ônibus e nas filas. Daqui a meio século, apenas o espelho do banheiro e os médicos olharão para o…
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Dan Fante – [Agora que eu já escrevi]
![Dan Fante – [Agora que eu já escrevi]](https://singularidadepoetica.art/wp-content/uploads/2020/02/open_road_b6355_-_geograph.org_.uk_-_150433.jpg)
“[Agora que eu já escrevi]”, um poema de Dan Fante que reflete, com brutal honestidade, sobre as marcas da experiência e as inquietações persistentes da alma, revelando uma luta interior que transcende o tempo e as conquistas da vida adulta.
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Joy Sullivan – Compaixão

“Compaixão”, um poema de Joy Sullivan que expõe, num gesto mínimo e brutal, as diferenças íntimas que podem separar dois amantes mesmo antes da despedida.
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Merrit Malloy – Epitáfio

“Epitáfio”, um poema de Merrit Malloy que explora com delicadeza a continuidade do amor após a morte, oferecendo uma visão tocante sobre a doação de si mesmo e o legado que vai além das palavras.
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Maria do Rosário Pedreira – ouvidos

“Ouvidos”, de Maria do Rosário Pedreira: uma emotiva reflexão sobre a solidão e a saudade.
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José Emílio Pacheco – Crianças e adultos

“Crianças e Adultos”, um poema de José Emílio Pacheco que explora a fragilidade da vida adulta e a eterna luta entre a inocência perdida e os medos que permanecem ocultos sob a superfície da maturidade.
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Juana Bignozzi – [agora que estou velha]
![Juana Bignozzi – [agora que estou velha]](https://singularidadepoetica.art/wp-content/uploads/2024/04/1e657a3b-c88c-4d30-8dfe-7155599c945f.jpg)
agora que estou velhae és um senhor idosogostaria que recordasses apenasdas fotos das viagensdos vestidos leves e floridosque eu usava entre os opulentos jardinse entre as ruínasagora que antes de adormecersem que percebas te toco para ver se ainda respiras Trad.: Nelson Santander Mais do que uma leitura, uma experiência. Clique, compre e contribua para…
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Juan Vicente Piqueras – Ristorante dal 1882–

“Ristorante dal 1882-“, um poema de Juan Vicente Piqueras que evoca a nostalgia de encontros passados, entrelaçando risos e memórias, enquanto reflete sobre a fragilidade do tempo e a inevitabilidade de despedidas.