Categoria: Ian Hamilton
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Ian Hamilton – Despertar

Sua cabeça, tão enferma, repousa junto à minha.Tão sensível. Você não consegue lembrarPor que está aqui, nem reconheceEstas mãos prestativas.Meu amor,O mundo nos encurrala. Estamos perdendo terreno. Trad.: Nelson Santander Awakening Your head, so sick, is leaning against mine,So sensible. You can’t rememberWhy you’re here, nor do you recognizeThese helping hands.My love,The world encircles us.…
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Ian Hamilton – Pai, Morrendo

Seus dedos, tufos de pelos de cobertor Debaixo das unhas, estendem-se para tocar As rosas ao lado da cama despetalando com o calor. Caem pétalas brancas. Aprisionadas em suas mão Elas escurecem, empapadas em suor, depois enrolam, Desidratam-se e desmoronam. Hora após hora Elas gotejam do ramo. Por fim Ele está limpo e, quando você…
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Ian Hamilton – Poema de Aniversário

Firme em suas mãos Sua caneca de barbear com a Exposição do Império. Você a conserva agora Como escarradeira, as pombas presunçosas, O 1938 dela Manchados por gotas de seu sangue. Esta noite, Meio sufocado, canceroso, Desiludido, Você bate os dentes contra sua boca dourada de porcelana E espera por um ataque. Trad.: Nelson Santander…
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Ian Hamilton – Memorial

Quatro lápides desgastadas inclinam-se contra a parede do seu hospício Vitoriano. Além dos limites, você se ajoelha na grama alta Decifrando nomes obliterados: Velhos lunáticos que aqui morreram. Trad.: Nelson Santander Ian Hamilton – Memorial Four weathered gravestones tilt against the wall Of your Victorian asylum. Out of bounds, you kneel in the long grass…
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Ian Hamilton – Epitáfio

O aroma de rosas velhas e tabaco Faz-me regressar. Há quase vinte anos Que não nos vemos E a nossa desapegada paixão continua. Foi isto que me deixaste: A mão, entreaberta, imóvel Sobre uma colcha verde. O bastante para erguer Alguns poemas melancólicos. Se então eu te houvesse tocado Um de nós podia ter sobrevivido.…