Tag: Morte
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Mark Strand – Certa manhã

“Certa Manhã”, um poema de Mark Strand que captura um momento de profunda introspecção enquanto o narrador, à deriva em um barco, experimenta uma revelação silenciosa sobre a solidão e o que se esconde sob a superfície da existência.
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William Stafford – No monumento não-nacional ao longo da fronteira canadense

“No monumento não-nacional ao longo da fronteira canadense”, um poema de William Stafford
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Toi Derricotte – Não Esquecido

“Não Esquecido”, um poema de Toi Derricotte em que a delicada relação entre memória e esquecimento é explorada através de um contraste entre a natureza e o luto humano, revelando o temor da efemeridade e o desejo de preservar o que o tempo insiste em apagar.
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Jeannie Prinsen – Ao encontrar uma pedra para colocar no caixão do pai

“Ao encontrar uma pedra para colocar no caixão de seu pai”, de Jeannie Prinsen: uma meditação comovente sobre a morte, a memória e os pequenos gestos de despedida.
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Saeed Jones – Vivos no fim do mundo

“Vivos no fim do mundo”, de Saeed Jones: uma reflexão profunda e dolorosa sobre a violência armada e suas implicações sociais e emocionais na sociedade americana contemporânea.
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Linda Gregg – Sem saber as regras

“Sem saber as regras”, um poema de Linda Gregg que evoca uma contemplação silenciosa da natureza, enquanto a narradora reflete sobre beleza, mortalidade e o enigma do desejo, tudo envolto em uma atmosfera de luz e silêncio.
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Sharon Olds – O irmão dela

“O irmão dela”, um poema de Sharon Olds que explora temas de memória, perda, culpa e conexões humanas íntimas e não realizadas, utilizando uma voz poética envolta em lembranças, reflexões e desejos não concretizados.
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Sharon Olds – Transformações

“Transformações”, de Sharon Olds, uma reflexão profunda sobre a perda, a morte, a culpa e a transformação da infância para uma consciência mais madura do sofrimento e das complexidades emocionais.
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Susan Mitchell – Os mortos

À noite, os mortos descem até o rio para beber.Livram-se dos medos e de suas preocupaçõespor nós. Tiram dos bolsos as velhas fotografias.Alisam as linhas de nossas mãos e leem nosso futuro,rachado e amarelado.Alguns mortos encontram o caminho até nossas casas.Sobem aos sótãos.Leem as cartas que nos enviaram, insaciáveispor vestígios de seu amor.Contam histórias uns…
