Categoria: Poema
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Ferreira Gullar – Lições de um gato siamês

“Lições de um gato siamês”, um poema de Ferreira Gullar que explora a relação entre o tempo e a existência, revelando uma visão profunda sobre a eternidade e a efemeridade da vida.
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Ellen Bass – A bancada da cozinha

Hoje ouvi uma jovem declamar um poemaem que o marido ergue seu traseiro nusobre a bancada da cozinhae, na próxima linha, abre suas pernas. O casamento tem problemas. Talvez já estejam divorciados.Mas de repente lamento o fato de quenunca ninguém tenha erguido meu traseiro nu sobre uma bancada de cozinha. Nem quando meu traseiro trotava…
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Joan Margarit – Piscina

“Piscina”, um poema de Joan Margarit sobre a memória, o medo e a força dos laços parentais.
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Wislawa Szymborska – Fotografia de 11 de setembro

“Fotografia de 11 de setembro”, um poema de Wislawa Szymborska sobre o impacto visual e emocional de um momento trágico, capturado em uma única imagem.
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Paulo Henriques Britto – O aqualouco

“O aqualouco”, um poema de Paulo Henriques Britto que explora o deslumbramento e o desespero diante da imersão na realidade.
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Franny Choi – Pós-morte

Para responder à sua pergunta, sim, me vejo querendo cada vez menos transar com o rapaz morto que foi meu antes de não ser mais nada. Ele é nove anos mais novo do que eu agora – um garoto que ainda fuma baseados em seu dormitório; o que quero dizer é que ele não faz…
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Wislawa Szymborska – Autotomia

“Autotomia”, um poema de Wislawa Szymborska sobre a divisão interna e o equilíbrio entre a sobrevivência e a transformação, refletindo a luta entre o ser e o tornar-se.
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Rosemerry Wahtola Trommer – Observando minha amiga fingir que seu coração não está partido

“Observando minha amiga fingir que seu coração não está partido”, um poema de Rosemerry Wahtola Trommer que compara a densidade da dor emocional ao peso de uma estrela de nêutrons, refletindo sobre o sofrimento invisível e a necessidade de tratar uns aos outros com profunda ternura.
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Roger Wolfe – O Copo

Senta-teà mesa.Bebe de um copod’água. Saboreiacada trago.E lembratodo o tempoque perdeste.O tempo que estás perdendo.O tempoque ainda tens para perder. Trad.: Nelson Santander Mais do que uma leitura, uma experiência. Clique, compre e contribua para manter a poesia viva em nosso blog El vaso Siéntatea la mesa.Bebe un vasode agua. Saboreacada trago.Y piensaen todo el…
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Edward Thomas – Adlestrop

Sim, lembro-me bem de Adlestrop —Do nome, porque num certo diaDe calor o trem ali parouDo nada. Junho se consumia. O trem sibilou. Alguém tossiu.Ninguém saiu daquela estaçãoNem ali entrou. O que vi foiAdlestrop — a denominação, E salgueiros, epilóbios, grama,E erva-ulmeira, seca forragem,Não menos calmos e solitáriosDo que as nuvens altas na paisagem. E…