Friedrich Hölderlin – A Brevidade

Friedrich Hölderlin – A Brevidade

“Por que és tão breve? Não amas mais, como outrora,
O canto? Quando jovem, não chegavas,
Nos dias de esperança,
Nunca ao fim, quando cantavas!”

Tal qual minha sorte é meu canto. – Queres ao arrebol
Banhar-te alegremente? Foi-se! E a terra está fria
E o pássaro da noite esvoaça
incomodamente aos olhos teus.

          Trad. Antonio Cícero (?)

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Uma resposta para “Friedrich Hölderlin – A Brevidade”

  1. Republicou isso em singularidade – poesia e etc.e comentado:

    Republicação: “A brevidade”, um poema de Friedrich Hölderlin

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