Ana Martins Marques – Penélope (I)

O que o dia tece,
a noite esquece.

O que o dia traça,
a noite esgarça.

De dia, tramas,
de noite, traças.

De dia, sedas,
de noite, perdas.

De dia, malhas,
de noite, falhas.

REPUBLICAÇÃO: poema publicado no blog originalmente em 24/10/2017

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