Joan Margarit – Por que fomos covardes

Não poderás esquecer meu corpo esguio e ágil.
Sempre farás amor com uma sombra
de olhos azuis, e estarás tão só
como em uma vingança.
Ao longe, as luzes de Roses cintilam
assim como a minha memória.
Há uma fúria triste, mas ninguém no final.
Perdemos o cavalo sem cavaleiro
que nunca passa uma segunda vez.

Trad.: Nelson Santander

Por si fuésemos cobardes

No podrás olvidar mi cuerpo esbelto y ágil.
Siempre harás el amor con una sombra
de ojos azules, y estarás tan solo
como en una venganza.
A lo lejos, las luces de Roses centellean
igual que mi memoria.
Hay una furia triste, pero nadie al final.
Perdimos el caballo sin jinete
que nunca pasa por segunda vez.

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