Ricardo Reis – Odes: 153 – Como este infante que alourado dorme

Como este infante que alourado dorme
  Fui. Hoje sei que há morte,
Lídia, há largas taças por encher
  Nosso amor que nos tarda.
  Qualquer que seja o amor ou a taça, cedo
   Cessa. Receia, e apressa.

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