William Ernest Henley – Invictus

William Ernest Henley – Invictus

No meio da noite que me abraça,
Negra como um Poço em sua inteireza,
Agradeço a cada Deus pela graça
De minha invencível natureza.

Nas terríveis garras das circunstâncias
Não recuei nem alteei meu pranto.
Debaixo dos golpes das contingências
Minha fronte sangra – altiva, no entanto.

Além deste lugar de desenganos,
Somente o Horror das sombras desponta,
E entretanto a ameaça dos anos
Deve me encontrar sem medo, e encontra.

Não importa se o portão é mofino,
Se a Lei é repleta de punição
Eu sou o condutor do meu destino
Eu sou de minha alma o capitão

Trad.: Nelson Santander

Invictus

Out of the night that covers me,
Black as the Pit from pole to pole,
I thank whatever gods may be
For my unconquerable soul.

In the fell clutch of circumstance
I have not winced nor cried aloud.
Under the bludgeonings of chance
My head is bloody, but unbowed.

Beyond this place of wrath and tears
Looms but the Horror of the shade,
And yet the menace of the years
Finds and shall find me unafraid.

It matters not how strait the gate,
How charged with punishments the scroll
I am the master of my fate:
I am the captain of my soul.

Republicação

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2 respostas a “William Ernest Henley – Invictus”

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  2. […] 1. William Ernest Henley – InvictusNo meio da noite que me abraça,Negra como um Poço em sua inteireza,Agradeço a cada Deus pela graçaDe minha invencível natureza. (…) […]

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