Resistem a condições desumanas.
Comem ratos, serpentes, bichos.
Acossados pela Wehrmacht,
o exército alemão, jamais capitulam.
Suas alegrias são o tabaco negro
Majorka e o café torrado.
Confiam cegamente na vitória.
Quando virá, não sabem nem lhes importa.
São peritos em sabotagem e na arte soviética da
Maskirovska: engodo, camuflagem, sobrevivência.
Representam uma ameaça irredutível, férrea.
Uma presença invisível, um laço que aperta fundo
nas linhas mal defendidas do sono.
És tu escondendo-te de novo
em minha lembrança.
Trad.: Nelson Santander
Partisanos Del Pripyat (МАСКИРОВКА)
Resisten condiciones inhumanas.
Comen ratas, serpientes, alimañas.
Hostigados por la Wehrmacht,
el ejército alemán, nunca claudican.
Sus alegrías son el tabaco negro
Majorka y el café torrefacto.
Confían ciegamente en la victoria.
El cuándo ni lo saben ni les importa.
Son expertos en el sabotage, en la soviética
Maskirovska: engaño, camuflaje, supervivencia.
Representan una amenaza irreductible, férrea.
Una presencia invisible, un dogal profundo
en las líneas poco protegidas del sueño.
Eres tú escondiéndote de nuevo
en mi recuerdo.

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