Sophia de Mello Breyner Andresen – Meio-dia

Sophia de Mello Breyner Andresen – Meio-dia

Meio-dia. Um canto da praia sem ninguém.
O sol no alto, fundo, enorme, aberto,
Tornou o céu de todo o deus deserto.
A luz cai implacável como um castigo.
Não há fantasmas nem alvas,
E o mar imenso solitário e antigo,
Parece bater palmas.

REPUBLICAÇÃO: poema publicado no blog originalmente em 09/08/2017

Visualizações: 3

Receba novos poemas no seu e-mail

Não fazemos spam! Leia nossa política de privacidade para mais informações.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *