Mês: agosto 2016
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Jules Laforgue – Spleen

Tudo é tédio. Manhã. Olho pela janela. No alto, risca-se o céu no giz da chuva fria. Em baixo, a rua. Sob a cerração sombria Vultos deslizam na água turva de barrela. Olho sem ver (até meu cérebro regela) Maquinalmente sobre o vidro que embacia Meu dedo faz rabiscos de caligrafia. Bah! Saiamos. Quem sabe,…