Tag: Memento Mori
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Philip Roth – Patrimônio (excerto)

“Quando se visita uma sepultura, todo mundo tem pensamentos mais ou menos iguais, que, abstraída a questão da eloquência, não diferem muito daqueles que Hamlet expressou ao contemplar o crânio de Yorick. Há muito pouco para se pensar ou dizer que não seja uma variante de “Ele me carregou nos ombros mil vezes”. Num cemitério,…
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Billy Collins – Memento Mori

“Memento Mori” de Billy Collins é uma meditação poética sobre a efemeridade da vida, onde o poeta encontra lembretes da mortalidade em cada esquina, exceto em um lugar inesperado.
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Merrit Malloy – Epitáfio

“Epitáfio”, um poema de Merrit Malloy que explora com delicadeza a continuidade do amor após a morte, oferecendo uma visão tocante sobre a doação de si mesmo e o legado que vai além das palavras.
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Juan Vicente Piqueras – Ristorante dal 1882–

“Ristorante dal 1882-“, um poema de Juan Vicente Piqueras que evoca a nostalgia de encontros passados, entrelaçando risos e memórias, enquanto reflete sobre a fragilidade do tempo e a inevitabilidade de despedidas.
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Jorge Valdés Díaz-Vélez – S.T.T.R. Sit Tibi Terra Levis

“S.T.T.L. Sit Tibi Terra Levis”, um poema de Jorge Valdés Díaz-Vélez que reflete sobre a memória e a ausência, evocando, com delicadeza, a figura de um ente querido que, embora ausente, permanece presente nos ecos da vida e nas lembranças do narrador, em um diálogo íntimo com a morte e o tempo.
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Pierre de Ronsard – Ossos, nada mais tenho

Ossos, nada mais tenho, esqueleto pareço,Sem músculos, polpa e nervo, descarnado,Da morte chega a mim o impiedoso chamado,E se ouso olhar meus braços, de medo estremeço. Apolo e o filho seu, mestres de grande apreçoNão podem me curar, por eles fui burlado;Adeus, amável Sol, tenho o olhar turvado.Meu corpo já descamba onde não há regresso.…
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Vasco Gato – Repara nos velhos

Repara nos velhos.Dementes, doridos, restos de casas.Vivem agora a leprade todos nós.Não lhes chegamos.Tresandam.Esquecem.Apoderam-se do nada.E nós, capitosos,brindamos com o vinhoque também elessorveram,desdenhando a morteque, amarga comoa nossa indiferença,haveremosde provar. REPUBLICAÇÃO: poema publicado na página originalmente em 16/07/2019 Mais do que uma leitura, uma experiência. Clique, compre e contribua para manter a poesia viva em…


