Mês: janeiro 2026
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Moshé Ibn Ezra – São Túmulos de Tempos Antigos, Velhos

São túmulos de tempos antigos, velhos.Neles há gente que dorme um sono eterno.Nem ódio, nem inveja há no seu interior,nem amor, nem zangas de vizinhos.Os meus pensamentos não podem, quando os veem,distinguir entre servos e senhores. Versão de Francisco José Viegas, tradução do hebraico de Maria José Cano. REPUBLICAÇÃO: poema originalmente publicado na página em…
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Najwan Darwish – Fobia

“Fobia”, um poema de Najwan Darwish sobre a vertigem de existir entre o ser e o nada — e o exílio imposto àqueles que não se fixam em nenhuma forma.
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Sharon Olds – A linha

“A Linha”, um poema de Sharon Olds que sonda os contornos invisíveis da mortalidade, deixando entrever, no escuro, a fulguração do ser.
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Billy Collins – Casa vazia

“Casa Vazia”, um poema de Billy Collins em que o tempo suspende a perda e deixa, por um instante, que o olhar das coisas resista ao desaparecimento.
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Luis Alberto de Cuenca – O Retorno de Guilherme de Aquitania

“O Retorno de Guilherme de Aquitânia”, um poema de Luis Alberto de Cuenca que percorre os contornos do nada para revelar, no eco do silêncio, a essência invisível do poema.
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W. S. Merwin – Janeiro

“Janeiro”, um poema de W. S. Merwin que revela a poeira das estrelas em nossa carne, lembrando que somos frágeis lampejos do infinito olhando o infinito após a chuva.