Categoria: Anna Kamieńska
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Anna Kamieńska – Anaximandro chega à costa do exílio e funda a cidade de Sozópolis

“Anaximandro chega à costa do exílio e funda a cidade de Sozópolis”, um poema de *Anna Kamieńska* que, à beira de um mundo abandonado, revela como até o desterro pode ocultar o gesto inaugural de uma outra pátria — feita de silêncio, memória e desengano.
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Anna Kamieńska – O silêncio de Jó

“O Silêncio de Jó”, um poema de Anna Kamieńska em que o silêncio ressoa como enigma último — entre a humildade e o orgulho, entre a resignação e o abismo da linguagem.
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Anna Kamieńska – Profetas

“Profetas”, um poema de Anna Kamieńska em que o silêncio dos que viam mais longe ecoa nas ruínas de um mundo que desaprendeu os nomes das coisas, desfez os gestos da compaixão e já não reconhece a linguagem das pedras, das plantas ou do fogo.
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Anna Kamieńska – Minha mãe e eu

“Minha Mãe e Eu”, um poema de Anna Kamieńska sobre o tempo que não une pelo calendário, mas pelo sofrimento — e sobre o silêncio como a última linguagem entre almas que um dia se buscavam em vão.
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Anna Kamieńska – Avós

“Avós”, um poema de Anna Kamieńska que, sob a superfície tranquila de uma imagem familiar, evoca os ecos intangíveis do tempo, onde vida e ausência se entrelaçam em silêncio.
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Anna Kamieńska – Engraçado

“Engraçado”, um poema de Anna Kamieńska que sussurra o paradoxo de existir — onde o finito sonha com o eterno, e a alma, acesa em cinzas, aprende a voar mesmo sem asas.
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Anna Kamieńska – Em um hospital

“Em um Hospital”, um poema de Anna Kamieńska que sussurra o silêncio das mortes invisíveis, onde o tempo escorre pelos dedos e a alma, sem testemunhas, se despede como quem cede o assento ao mistério.
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Anna Kamieńska – Não te preocupes

“Não te Preocupes”, um poema de Anna Kamieńska sobre o tempo que nos dispersa, as mortes que nos moldam e o enigma de uma alegria que só se revela quando já não é mais adiada.
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Anna Kamieńska – Verão tardio

*”Verão Tardio”*, um poema de Anna Kamieńska em que a alma, exilada da natureza, busca no arrependimento silencioso uma forma de reconciliar-se com o mistério da vida e do destino.
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Anna Kamieńska – A lamparina

“A Lamparina”, um poema de Anna Kamieńska que acende no escuro da ignorância uma chama antiga — feita de silêncio, infância e fé — em busca de um sentido que talvez nunca se diga, mas que pulsa.