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Anna Kamieńska – Não te preocupes

“Não te Preocupes”, um poema de Anna Kamieńska sobre o tempo que nos dispersa, as mortes que nos moldam e o enigma de uma alegria que só se revela quando já não é mais adiada.
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Anna Kamieńska – Verão tardio

*”Verão Tardio”*, um poema de Anna Kamieńska em que a alma, exilada da natureza, busca no arrependimento silencioso uma forma de reconciliar-se com o mistério da vida e do destino.
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Anna Kamieńska – A lamparina

“A Lamparina”, um poema de Anna Kamieńska que acende no escuro da ignorância uma chama antiga — feita de silêncio, infância e fé — em busca de um sentido que talvez nunca se diga, mas que pulsa.
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Anna Kamieńska – Um caminho na floresta

“Um Caminho na Floresta”, um poema de Anna Kamieńska sobre o vestígio invisível que a infância deixa na alma — um chamado antigo que atravessa o tempo, guiando em silêncio o retorno ao que nunca deixou de ser.
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Anna Kamieńska – Os que carregam

“Os que carregam”, um poema de Anna Kamieńska que revela o mistério da leveza concedida aos que sustentam o peso do mundo.
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Anna Kamieńska – Uma prece que será atendida

“Uma Prece que Será Atendida”, um poema de Anna Kamieńska sobre a aceitação do efêmero como condição da eternidade — um último desejo de desaparecer com humildade, deixando o mundo intacto, a beleza intacta, e a dor, por um instante, esquecida.
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Rainer Maria Rilke – A Pantera (em 3 traduções)

A PANTERA – trad. Augusto de Campos (No Jardim des Plantes, Paris) De tanto olhar as grades seu olharesmoreceu e nada mais aferra.Como se houvesse só grades na terra:grades, apenas grades para olhar. A onda andante e flexível do seu vultoem círculos concêntricos decresce,dança de força em torno a um ponto ocultono qual um grande…
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Alan Dugan – Análise marxista do quinto trabalho de Hércules

“Análise marxista do quinto trabalho de Hércules”, um poema de Alan Dugan que revisita a mitologia como campo de tensão entre poder e subversão, onde a limpeza transcende o literal e se torna gesto simbólico de destruição e reinício.

